Segunda Copa do Catar, a primeira com classificação em eliminatórias, já que a anterior, em 2022, se classificou por ser o país sede.
Uniforme titular todo grená, sem muitos detalhes, apenas com o zigzag tradicional da bandeira catare.
Segunda Copa do Catar, a primeira com classificação em eliminatórias, já que a anterior, em 2022, se classificou por ser o país sede.
Uniforme titular todo grená, sem muitos detalhes, apenas com o zigzag tradicional da bandeira catare.
Em sua 13ª Copa, sendo a sexta seguida, a Suíça estreou usando seu uniforme reserva, diferente de todos os uniformes que já usou em sua história.
Camisa toda estampada em verde-limão e azul-esverdeado ("Sea Glass"), combinada com detalhes em azul-marinho. Inspirado nos elementos gráficos do passaporte suíço, considerado um dos mais sofisticados do mundo, que ao ser colocado sob luz negra, tem esse efeito de cores da camisa.
Segunda vez que os estados unidos sedia um Mundial, e a camisa lembra um pouco a usada em 1994, embora agora as faixas onduladas estejam na horizontal e não na vertical como em 94.
Um efeito bem bacana que com certeza fará dessa camisa mais um clássico das camisas do soccer americano.
Segunda Copa da Bósnia e Herzegovina que se classificou eliminando a Itália na repescagem.
Estreou empatando contra o Canadá usando seu uniforme reserva todo branco, com detalhes em azul e amarelo, feitos pela Kelme, que pela primeira vez veste uma seleção em uma Copa, aliás, duas, a Jordânia também vai usar uniformes da marca espanhola.
Único dos 3 anfitriões que nunca havia hospedado uma Copa, o Canadá participa pela terceira vez de uma Copa e conseguiu seu primeiro ponto em Mundiais contra a Bósnia, no empate de 1x1.
O Canadá vai usar seus três uniformes na primeira fase, começando com o titular vermelho, depois o preto e na terceira rodada o branco, que é nos mesmos moldes desse vermelho.
A camisa tem como detalhe principal a folha de maple, tradicional árvore canadense, e dentro da gola há referências culturais canadenses, incluindo o símbolo da moeda de um dólar canadense e a frase “FROM COAST TO COAST TO COAST” (em inglês e francês, as línguas oficiais do país), lembrando a extensão territorial do país.
A Coreia do Sul é a recordista de participações entre as seleções asiáticas (chega a 12 este ano, sendo 11 consecutivas) e começou vencendo nessa Copa usando seu uniforme titular.
Produzido pela Nike, ele mantém a tradição do vermelho, mas traz uma forte inspiração na cultura coreana e no símbolo mais marcante do país: o tigre.
A camisa tem um vermelho profundo como base, cor tradicional da Coreia do Sul no futebol, com faixas em tons mais escuros lembrando as faixas das peles dos tigres.
A seleção é conhecida como "Taegeuk Warriors", nome ligado ao símbolo Taegeuk da bandeira sul-coreana e à identidade nacional.
De volta a um mundial após 20 anos, a República Tcheca começou sua segunda participação em Mundiais (apesar das 8 participações com duas finais como Tchecoslováquia).
Estreou nessa Copa usando seu uniforme reserva, que tem esse padrão inspirado nos cortes geométricos dos cristais produzidos na região da Boêmia, um dos símbolos mais conhecidos do país.
A África do Sul chega para dua terceira participação em Copa do Mundo com uma das camisas mais simbólicas do futebol africano. A seleção, conhecida como Bafana Bafana, tem uma história ligada à superação, identidade nacional e ao momento histórico em que o país voltou ao cenário mundial após o fim do isolamento esportivo do período do apartheid. A África do Sul voltou à FIFA em 1992 e estreou em Copas em 1998.
Nessa primeira partida, o time jogou todo de amarelo, mas nas próximas partidas da primeira fase voltará a usar sua tradicional combinação com shorts verdes, que serãoa tualizados aqui.
Para essa Copa, a FIFA implementou novos patchs diferentes para cada fase, cada rodada, além de patchs especiais para jogadores estreantes em Copas, para o artilheirio, melhor jogador e melhor goleiro da Copa de 2022.
O México tem uma das histórias mais marcantes das Copas do Mundo, e a Copa de 2026 será histórica para o México porque o país se tornará o primeiro da história a sediar uma Copa do Mundo pela terceira vez. Antes, os mexicanos receberam o torneio em 1970 e 1986. O Estádio Azteca foi palco de três aberturas.
O uniforme titular mexicano mantém o tradicional verde, feita pela Adidas, mistura nostalgia e elementos da cultura mexicana.
O grande destaque da camisa é o grafismo no tecido. O desenho faz referência à arte pré-hispânica, especialmente aos padrões ligados à civilização asteca e à Pedra do Sol (um dos maiores símbolos históricos do México).
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